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Pra Saber Ser Nuvem de Cimento Quando o Céu for de Concreto | Juliano Holanda

São mais de 100 composições gravadas, participações em mais de 30 discos emilhares de palcos pisados. Por trás de arranjos, canções, artistas e projetos representativos de um Pernambuco musical contemporâneo, Juliano Holanda équase onipresente. Solicitado letrista, compositor, arranjador, produtor musical einstrumentista, prefere não se fazer ver. Mas sabe bem como se fazer ouvir.

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Descrição do produto

São mais de 100 composições gravadas, participações em mais de 30 discos e milhares de palcos pisados. Por trás de arranjos, canções, artistas e projetos representativos de um Pernambuco musical contemporâneo, Juliano Holanda é quase onipresente. Solicitado letrista, compositor, arranjador, produtor musical e instrumentista, prefere não se fazer ver. Mas sabe bem como se fazer ouvir.

Resolveu sair dos bastidores e lançou seu primeiro trabalho solo em maio de 2013: A arte de ser invisível. “Eu sempre me coloquei como um músico de background, nunca tinha pensando em fazer um trabalho solo, necessidade que foi surgindo com o tempo”, conta Juliano Holanda. “Houve um amadurecimento natural. O meu processo de criação é diário. Componho quase todos os dias”.

Se no primeiro disco, o artista convidou intérpretes para gravar suas canções. Neste segundo, Pra Saber Ser Nuvem de Cimento Quando o Céu for de Concreto, resolveu cantar todas as faixas, acompanhado apenas por um trio (baixo, guitarra e bateria). “É um trabalho mais cru, com pegada mais rock que o anterior, já que a guitarra é o instrumento principal, e submeto as canções a uma lógica mais de banda”, explica Juliano.

Juliano Holanda traz na bagagem influências da sua cidade, Goiana, Mata Norte de Pernambuco. Conhecida como a “cidade dos músicos”, é também terra de mestres regionais como Maestro Duda, Guedes Peixoto, Capitão Zuzinha, entre outros. Lá também estão a Saboeira e a Curica, duas bandas tradicionais do estado, com mais de um século de vida.

O músico integra a banda pernambucana Orquestra Contemporânea de Olinda e já participou dos discos de Mônica Feijó, Geraldo Maia, Rabecado, Cascabulho, Gonzaga Leal, Zeh Rocha, Silvério Pessoa, Alessandra Leão, Academia da Berlinda, entre outros. Com seu trabalho solo, Juliano já se apresentou em diversos espaços e festivais como: a MIMO – Mostra Internacional de Música em Olinda, Festival de Inverno de Garanhuns, Festival de Literatura do Recife, Projeto Prata da Casa – Sesc Pompéia e Casa do Núcleo – SP.

Outras informações

Faixas
1 – Um passo
2 – Plano sequência
3 – Vento parado
4 – Ser leve
5 – Sem tempo
6 – Vasta rede
7 – Vertigens
8 – Nos sinais
9 – A espera
10 – Os sinos
11 – Dimensão
12 – Feriado

Ficha Técnica
Gravação e Mixagem | Fábrica Estúdios
Produção e Direção | Juliano Holanda/Anilina Produções
Técnico de gravação | Marcílio Moura, Areia e Juliano Holanda
Masterização | Adam Walek, no AWR Studio (Atlanta/EUA) em parceria com MUSICAREIA.COM
Produção executiva | Mery Lemos (Anilina Produções)
Fotos | Beto Figueiroa
Design gráfico | Sebba Cavalcante

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