Benjamim Taubkin – concerto solo

Foto: Angélica Del Nery

O álbum foi gravado ao vivo em novembro de 2007, em Nova Iorque, na Fazioli Salon, espaço de uma das mais importes marcas de piano da atualidade. No clima intimista da casa de piano que vem se consolidando na cidade como ponto de encontro de jazzistas, Benjamim apresentou composições próprias e leituras de compositores consagrados, mantendo o frescor do improviso.

Como resultado Benjamim alcança uma sonoridade que vem de sua trajetória com os grupos de que faz parte como a Orquestra Popular de Câmara, o coletivo América Contemporânea, o Abaçaí, o Moderna Tradição e o Trio + 1; da fusão de elementos tradicionais e contemporâneos; e da experiência no Brasil, na América Latina e no mundo. Uma tradução de sua visão de integralidade na música e na vida.
O disco será lançado em 2008 primeiro nos Estados Unidos e depois no Brasil pela gravadora Núcleo Contemporâneo.

www.nucleocontemporaneo.com.br
www.adventure-music.com

Entre os projetos recentes que participou – como músico e arranjador – constam – Jobim Sinfônico, Samwad – Rua do Encontro, Milágrimas, Orquestra Jazz Sinfônica, Paulo Moura, Monica Salmaso. Entre os projetos atuais estão a Orquestra Popular de Câmara, o conjunto de choro-Moderna Tradição, o trio com Zeca Assumpção e Sérgio Reze, além do Coletivo América Contemporânea, que reúne nove músicos de sete países da América Latina.

Benjamim Taubkin

TOUR JULHO 09 – BENJAMIM TAUBKIN & ENSEMBLES

02 Jul Benjamim Taubkin Quarteto com Ari Colares, Lula Alencar & João Taubkin at Timitar Festival, Agadir, Marocco
18 Jul Piano solo no Festival Ruta del Cister Festival, Tarragona, Espanha
19 Jul Convidado especial no concerto de Roger Mas no FIMPT, Vilanova i la Geltrú (Barcelona), Espanha
24 Jul Benjamim Taubkin & ensembles Moderna Tradição & Núcleo de Música do Abaçaí no Festival Glatt und Verkehrt, Krems, Viena
28 Jul Piano solo no The Vortex Jazz Club, Londres, Inglaterra|Ingressos concerto Londres

Myspace

Benjamim Taubkin 

A música brasileira e seu diálogo com as outras culturas vêm sendo o campo de atividade deste instrumentista, arranjador e compositor e produtor.Como músico vem atuando em diversas formações- que vão do solo a Orquestra Sinfônica em apresentações no Brasil e exterior.

Realizou diversas viagens na América do Sul e América Central- com o objetivo de conhecer melhor a produção musical local e estabelecer pontes e redes de trocas. Entre os projetos especiais recentes estão- Sons e Imagens da Terra- um mapeamento dos cantos de trabalho ligados a agricultura em todo o país – Gênesis – criação da trilha sonora para vídeos do novo trabalho de Sebastião Salgado.

Dirige o selo Núcleo Contemporâneo – voltado principalmente a música instrumental brasileira. Está presente como instrumentista e produtor em mais de 130 discos. Dirigiu em torno de 500 concertos.

É curador de música do Mercado Cultural da Bahia desde 2001- uma plataforma focada principalmente na produção brasileira e latino-americana. É membro do Fórum Europeu de Músicas do Mundo. Vem participando de seminários e encontros em todo o mundo.

Imprensa

Joanne Brackeen; Benjamin Taubkin at Klavierhaus
Klavierhaus, situated in the heart of midtown’s Piano Row, has hosted a memorable Friday series of salon concerts featuring a variety of eclectically-minded keyboardists. Interestingly, something mysterious seems to happen when these artists spread their fingers across a magnificent Fazioli grand piano, a temperamental mistress that gives as good as she gets. Joanne Brackeen tried her hands on one Nov. 9th, playing a mixture of standards (“How Deep Is the Ocean?” “Bewitched, Bothered and Bewildered”, “Alone Together”) and originals (“Picasso”, “5th Avenue Flat” and “Haiti-B”) in an impressive outing of imaginative improvisations. Seemingly captivated by the boisterous and brassy bass register of the haus Fazioli, Brackeen applied her spidery fingers with fearsome bravado, ‘strumming’ flamboyant rasqueados on the flamenco-esque “Picasso” and pounding out electric figures in “5th Avenue Flat”. “This piano is a lot of fun to play,” she remarked at one point. The second set was of another ilk altogether, with Brazilian pianist Benjamin Taubkin embodying a yin to Brackeen’s yang, playing in a tender, understated style that spoke from the heart. “Vibraçoes” was gracefully ecstatic; Jobim Morro Nao’s “Mojo Tem Vez”, a lyric, gentle samba, was light but rich; “Sabia Voou” evoked the attentive birds outside of Taubkin’s window in São Paulo; and “Consolaçao” went so deeply into the zone that I forgot I was supposed to be paying attention.

Tom Greenland